Desejo
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A madrugada corre,
As loucuras como inspiração.
Faço-lhe um bico,
Levo-o ao auge da satisfação.
Vem-se em mim e sorri no olhar,
Desejo o leite no meu corpo a escorrer,
Eis a minha submissão como prazer.
O dia já apareceu.
Serei de facto uma tarada
Ou serão todos como eu?
O desejo é o improviso da alma.
Dedicado ao Pedro
A madrugada corre,
As loucuras como inspiração.
Faço-lhe um bico,
Levo-o ao auge da satisfação.
Vem-se em mim e sorri no olhar,
Desejo o leite no meu corpo a escorrer,
Eis a minha submissão como prazer.
O dia já apareceu.
Serei de facto uma tarada
Ou serão todos como eu?
O desejo é o improviso da alma.
Dedicado ao Pedro

3 Comments:
At quinta-feira, 08 setembro, 2005,
Anónimo said…
Gostei!! Cada vez me surpreendes mais!!
Bjinhos
At domingo, 11 setembro, 2005,
Anónimo said…
poético.
At sexta-feira, 23 setembro, 2005,
Anónimo said…
São todos como tu mas não conseguem admitir, têm medo do que podem sentir. O desejo esconde-se entre pensamentos impuros, detrás de paredes e muros. És uma boa leitura, e não te quero saltar á cueca, mas acredito que deves ser uma grande queca. Sofia que tantos comiam, cheia de tanta imaginação, é vê-los ficarem cheios de Tesão.
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